Ilustração: voluntariado, entregando uma pelúcia para uma criança e uma rosa para uma senhora

Lado humano

Sou uma pessoa normal na medida do possível…

Mas em algum momento da minha infância caiu um tijolo na minha cabeça, e ele afrouxou justamente o parafuso que me fez ser uma pessoa mais criativa, sorridente, energética e com um senso de humor altamente… diferente.

Aos poucos, esse comportamento foi se consolidando (por reforço positivo, psicologicamente falando) nas minhas interações com as outras pessoas. E a combinação desses fatores com tantos outros foi o que tornou a minha personalidade única, do mesmo jeito que cada um tem a sua.

Os participantes do voluntariado de Natal reunidos embaixo da lona, comigo no meio vestido de Papai Noel.
Voluntariado de Natal de 2025, com a Comunidade dos Agentes da Alegria. Eu fui como Papai Noel numa atividade de Natal para as crianças da Associação Beija-Flor.

Tá bom, agora deixando o humor um pouco de lado. Só um pouquinho.

Isso aqui é o que me move. É o que me faz levantar da cama todo santo dia. O que me faz tomar litros e litros de energético. E o que vai me fazer ter orgulho da minha trajetória quando eu já estiver velhinho e olhar para trás para ver se ficou algum arrependimento.

Missões de vida

A minha principal missão de vida é que a minha presença neste mundo e nesta existência tenha sido, para a humanidade e para o universo como um todo, algo positivo.

As duas maneiras que eu encontrei de fazer isso

  • Retribuir

    A quem fez o bem para mim, devolvendo mais ainda do que eu recebi.

  • Ajudar

    As outras pessoas no geral, tendo um impacto positivo na vida delas e na sociedade. Mesmo que o meu impacto seja do tamanho de um grão de areia, eu quero que ele seja pelo menos positivo.

O caminho

É daqui que saem as outras missões, que são a minha forma de viver.

  • Ser uma pessoa ética

    Ética, justa e com caráter. Isso vem antes de qualquer resultado.

  • Construir projetos reais

    Coisas que ajudem gente de verdade e que cheguem a muitas pessoas.

  • Inspirar outras pessoas

    Inspirar outras pessoas a fazerem o bem, a ajudarem os outros, a sorrirem mais e a construírem projetos reais. Ações que gerem impacto positivo na vida das pessoas, ou que contribuam para projetos que geram valor na sociedade.

Voluntariado

Desde a época do colégio eu já entrava em ações de voluntariado, dando o meu tempo pelo sorriso de gente que eu nem conhecia. E nos últimos anos isso só cresceu: desde 2023 eu não só participo, eu organizo.

Voluntários e moradoras reunidos no refeitório da Casa de Nazaré, no Dia das Mães, com um presente embalado no colo de uma das senhoras.
Ação de Dia das Mães na Casa de Nazaré. Visitamos um lar de donzelas incríveis, de idade avançada, levamos um momento de descontração e alegria e entregamos doações para a casa de apoio.
O grupo de voluntários do Natal reunido embaixo da lona, comigo no meio vestido de Papai Noel.
Ação de Natal de 2025, com a Comunidade dos Agentes da Alegria. Eu fui como Papai Noel na atividade para as crianças da Associação Beija-Flor, e esta é a foto do grupo inteiro no fim do dia.
Papai Noel entregando presentes para crianças numa sala decorada com árvore de Natal e balões.
Natal de 2024, na Casa Lar Menino Jesus. Foi a primeira ação beneficente que eu organizei e a primeira vez que eu vesti o Papai Noel num evento social. Juntei doações de brinquedos e mais de trinta bichinhos de pelúcia, mais de vinte deles da minha coleção pessoal, e entreguei cada um com todo o meu carinho para as crianças.
Uma árvore de Natal decorada e, embaixo dela, uma pilha de bichinhos de pelúcia embalados em plástico transparente.
A árvore montada para a ação de 2024. Embalei os mais de trinta bichinhos junto com a minha mãe, com um lacinho em cada um, e depois fomos entregar todos na casa de apoio.

Uma das frases que mais me ajudam a continuar seguindo em frente

Não importa o quão ruim ou difícil seja o momento presente. Eu nunca vou desistir da possibilidade de um sorriso futuro.

Amante de tecnologia e inovação

Fora do trabalho eu continuo aqui. Leio o que acabou de sair, testo, quebro e conserto. Eu não monto coisa só para saber se dava: monto para facilitar alguma coisa da minha vida. São centenas de sistemas construídos ao longo da vida, e pelo menos dezenas deles com fim exclusivamente pessoal, para resolver alguma chatice do meu dia ou só para deixar o dia mais divertido.

Tecnologia não é só o que eu faço para viver. É o assunto que eu levaria para qualquer mesa, mesmo a mesa que não perguntou.

Camisa preta com a estampa “Garoto de Programa” e um teclado desenhado, ao lado da arte da estampa.
Essa é uma das frases que eu mais uso. Se alguém pergunta o que eu faço, tem uns 90% de chance de eu começar dizendo que sou garoto de programa. Já arranquei risada com ela nos lugares mais inusitados, e tem um caso bem cômico que não dá para contar aqui. Se me perguntarem pessoalmente, eu conto.

Fã de produções com enredo construtivo

Principalmente animações japonesas, das que carregam uma lição ou um ensinamento positivo por trás da história. Naruto, One Piece, Gurren Lagann, Frieren.

São obras que empurram a pessoa a ser melhor do que ela era ontem. Foi vendo anime que eu ganhei boa parte da minha empatia e da minha teimosia de não desistir, e é por isso que eu levo o assunto a sério mesmo quando ele parece bobo.

Cena do anime Naruto: o personagem sorrindo de olhos fechados, com a mão fazendo sinal de positivo.
Naruto: dava para escrever um artigo científico sobre as influências positivas que esse anime deixa na vida de uma pessoa. O que eu mais gosto no protagonista é que, nas situações mais difíceis e solitárias, ele nunca largou o sorriso, continuou insistindo nos sonhos dele e ainda foi inspirando e ajudando muita gente pelo caminho. Boa parte da minha teimosia de insistir veio daí.

Poesia e obras literárias

Rimados mesmo, que é a parte difícil. Sou poeta nas horas vagas, e como as horas vagas andam poucas, anda difícil ser poeta. Ainda assim já são mais de 80 poemas escritos.

O meu recorde foi na pandemia: 50 poemas praticamente em seguida, um por dia. A ideia era servir de apoio, de conforto e de entretenimento, e ajudar as pessoas a verem que o relógio continuava girando, porque naquela época parecia que todos os dias eram iguais. Eu postava nos stories a data e o número de cada poema, e recebi muita mensagem de agradecimento. Não foi nada fácil.

Mesmo antes da pandemia eu já escrevia. O que me pega na poesia e na literatura é dar para ver a dedicação, o capricho e o esmero de quem escreveu. Quando eu estiver mais folgado, volto a escrever.

Espaço para foto

Um caderno aberto com um poema escrito à mão.

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Quase tudo começa no papel.

Especialista em pegar bichinhos de pelúcia das máquinas

Máquina de garra é um jogo de paciência com física. Depois de muita moeda gasta eu aprendi a ler a força da garra, o peso que ela aguenta e o ângulo que faz o bichinho tombar para o lado certo.

É uma habilidade inútil até a hora em que ela vira presente para alguém. E é quase sempre esse o destino deles.

Um bichinho de pelúcia de elefante bege, com laço vermelho no pescoço, sentado.
O Dumbo, o primeiro que eu tirei de uma máquina, em 2020. Aprendi com um faixa preta de máquina de garra, que me passou os macetes que eu uso até hoje.

O que eu ainda quero fazer

Um canal sobre animes

Tem anime que motiva, que faz refletir e que ensina empatia. Comigo foi assim, e ainda me deu persistência. Fora que são vinte minutos leves que cabem em qualquer dia e podem ocupar o lugar de um entretenimento mais estressante e menos generoso.

Voltar a escrever poesia

E não só para mim. Poesia tem impacto real em quem lê, então quero publicar de novo, em rede social ou em livro.