Retribuir
A quem fez o bem para mim, devolvendo mais ainda do que eu recebi.


Lado humano
Mas em algum momento da minha infância caiu um tijolo na minha cabeça, e ele afrouxou justamente o parafuso que me fez ser uma pessoa mais criativa, sorridente, energética e com um senso de humor altamente… diferente.
Aos poucos, esse comportamento foi se consolidando (por reforço positivo, psicologicamente falando) nas minhas interações com as outras pessoas. E a combinação desses fatores com tantos outros foi o que tornou a minha personalidade única, do mesmo jeito que cada um tem a sua.

Tá bom, agora deixando o humor um pouco de lado. Só um pouquinho.
Isso aqui é o que me move. É o que me faz levantar da cama todo santo dia. O que me faz tomar litros e litros de energético. E o que vai me fazer ter orgulho da minha trajetória quando eu já estiver velhinho e olhar para trás para ver se ficou algum arrependimento.
A minha principal missão de vida é que a minha presença neste mundo e nesta existência tenha sido, para a humanidade e para o universo como um todo, algo positivo.
A quem fez o bem para mim, devolvendo mais ainda do que eu recebi.
As outras pessoas no geral, tendo um impacto positivo na vida delas e na sociedade. Mesmo que o meu impacto seja do tamanho de um grão de areia, eu quero que ele seja pelo menos positivo.
É daqui que saem as outras missões, que são a minha forma de viver.
Ética, justa e com caráter. Isso vem antes de qualquer resultado.
Coisas que ajudem gente de verdade e que cheguem a muitas pessoas.
Inspirar outras pessoas a fazerem o bem, a ajudarem os outros, a sorrirem mais e a construírem projetos reais. Ações que gerem impacto positivo na vida das pessoas, ou que contribuam para projetos que geram valor na sociedade.
Desde a época do colégio eu já entrava em ações de voluntariado, dando o meu tempo pelo sorriso de gente que eu nem conhecia. E nos últimos anos isso só cresceu: desde 2023 eu não só participo, eu organizo.
Uma das frases que mais me ajudam a continuar seguindo em frente
Não importa o quão ruim ou difícil seja o momento presente. Eu nunca vou desistir da possibilidade de um sorriso futuro.
Fora do trabalho eu continuo aqui. Leio o que acabou de sair, testo, quebro e conserto. Eu não monto coisa só para saber se dava: monto para facilitar alguma coisa da minha vida. São centenas de sistemas construídos ao longo da vida, e pelo menos dezenas deles com fim exclusivamente pessoal, para resolver alguma chatice do meu dia ou só para deixar o dia mais divertido.
Tecnologia não é só o que eu faço para viver. É o assunto que eu levaria para qualquer mesa, mesmo a mesa que não perguntou.

Principalmente animações japonesas, das que carregam uma lição ou um ensinamento positivo por trás da história. Naruto, One Piece, Gurren Lagann, Frieren.
São obras que empurram a pessoa a ser melhor do que ela era ontem. Foi vendo anime que eu ganhei boa parte da minha empatia e da minha teimosia de não desistir, e é por isso que eu levo o assunto a sério mesmo quando ele parece bobo.

Rimados mesmo, que é a parte difícil. Sou poeta nas horas vagas, e como as horas vagas andam poucas, anda difícil ser poeta. Ainda assim já são mais de 80 poemas escritos.
O meu recorde foi na pandemia: 50 poemas praticamente em seguida, um por dia. A ideia era servir de apoio, de conforto e de entretenimento, e ajudar as pessoas a verem que o relógio continuava girando, porque naquela época parecia que todos os dias eram iguais. Eu postava nos stories a data e o número de cada poema, e recebi muita mensagem de agradecimento. Não foi nada fácil.
Mesmo antes da pandemia eu já escrevia. O que me pega na poesia e na literatura é dar para ver a dedicação, o capricho e o esmero de quem escreveu. Quando eu estiver mais folgado, volto a escrever.
Espaço para foto
Um caderno aberto com um poema escrito à mão.
/pessoa/poesia-1.webpMáquina de garra é um jogo de paciência com física. Depois de muita moeda gasta eu aprendi a ler a força da garra, o peso que ela aguenta e o ângulo que faz o bichinho tombar para o lado certo.
É uma habilidade inútil até a hora em que ela vira presente para alguém. E é quase sempre esse o destino deles.

Tem anime que motiva, que faz refletir e que ensina empatia. Comigo foi assim, e ainda me deu persistência. Fora que são vinte minutos leves que cabem em qualquer dia e podem ocupar o lugar de um entretenimento mais estressante e menos generoso.
E não só para mim. Poesia tem impacto real em quem lê, então quero publicar de novo, em rede social ou em livro.